Teatro no Corral de Comedias
21/04/2026 · 19:20
Evento: 07/05/2026 · 20:30 — 10/05/2026 · 20:30
A experiência única de assistir a peças do Século de Ouro no Corral de Comedias de Almagro, o único que se conservou intacto, tal como era no século XVII, e que continua em funcionamento até aos dias de hoje.
DON GIL DE LAS CALZAS VERDES
Corral de Comedias
7 de maio de 2016 - 20h30
9 de maio de 2016 - 20h30
Don Gil de las calzas verdes é um clássico do Século de Ouro espanhol que continua a ressoar com força nos nossos dias.
E é que esta obra, escrita no século XVII, é muito mais do que uma comédia de enredos; é uma celebração da inteligência e do poder feminino, valores que hoje, mais do que nunca, precisamos de reconhecer e reivindicar em cena.
A MULHER TOLINHA
Corral de Comedias
8 de maio de 2016 - 20h30
A Dama Boba, concluída a 28 de abril de 1613, é uma obra pertencente ao género das comédias de enredos que apresenta o recorrente e revisitado jogo cómico entre o amor e a razão, característico tanto do Século de Ouro como do seu grande autor, Lope de Vega.
A FARSA DO SÉCULO DE OURO 2.0
Corral de Comedias
9 de maio de 2016 - 22h45
Escrita em verso e utilizando o género da farsa para criar situações ridículas, a Farsa do Século de Ouro possui um ritmo frenético que liga situações e expressões atuais com a rima e o vocabulário do Século de Ouro. Com o objetivo de criar essa cumplicidade cómica entre as grandes figuras da literatura e da arte, com o público em geral e com o espectador amante desta época dourada.
Quatro atores, Armando Jerez, María Rodríguez, Lucia Jerez e Andreas Figueiredo, dão vida a estas figuras-chave da nossa história e serão o elo entre a corrala e a atualidade.
O CÃO DO JARDINEIRO
Corral de Comedias
10 de maio de 2016 - 18h30
Uma história de sangue azul, erotismo e privilégios — aqueles que a aristocracia ostentava no início do século XVII. O Cão do Jardineiro, um drama de amor, inveja, ciúmes e honra, foi escrito em 1613 pelo grande dramaturgo Lope de Vega.
A ação, que se desenrola em Nápoles, narra a história de Diana, condessa de Belfor. Diana é uma jovem bela e obstinada, assediada por vários pretendentes aristocráticos que desejam casar-se com ela. No entanto, Diana rejeita constantemente todas as suas tentativas. Uma noite, depois de ver o seu secretário a fazer amor com a sua dama de companhia favorita, apaixona-se loucamente por ele e adoece de ciúmes.
Esta é a história de um triângulo amoroso, de amores proibidos e traições, que se passa quando Nápoles estava sob o domínio da Espanha. Assim, a casa da condessa, manipulada pelos nobres, representa aquela parte da sociedade espanhola que vivia fora do país. O facto de situar a ação nesta cidade europeia permite, além disso, que a peça esteja repleta de influências e enredos italianos, pelos quais Lope era tão aficionado.

